Maracuja serpente

Arca del Gusto
Torna all'archivio >

Questa pianta, appartenente alla famiglia botanica delle Passifloraceae, cresce in presenza di diversi tipi di vegetazione nelle aree di transizione tra il Cerrado e l’Amazzonia. Il caule, rivestito da uno strato esterno di colore verde e tendente al giallo a maturazione completa, ha portamento lianoso andando a intrecciarsi alle piante circostanti. Questa caratteristica dà alla pianta il suo nome popolare.
La polpa del frutto ha un sapore acidulo e la colorazione può variare dal crema al giallo chiaro. Questa varietà di maracuja ha una buona conservabilità dopo la raccolta e resiste bene alle alte temperature, nei periodi di siccità come durante la bruciatura o in caso d’incendi.
A costituire uno degli habitat migliori per questa specie sono le aree dette di “juquira”, in cui è in atto il ripristino naturale del manto vegetale. La pianta fiorisce tra maggio e agosto, mentre il frutto raggiunge la maturazione tra novembre e marzo. Il maracujazeiro fornisce riparo a primati e pipistrelli; quando i frutti si staccano cadendo in terra, attirano roditori e insetti. La notevole resistenza a parassiti e malattie fa sì che la coltivazione sia diffusa nell’agricoltura familiare senza dover ricorrere all’uso di prodotti agrotossici. La maracujá-de-cobra possiede un alto tenore di vitamine C ed E, carotenoidi e composti fenolici, sostanze in grado di ritardare l’invecchiamento.
I fiori, che esternamente presentano sepali verdi, sono di colore violaceo e vengono impollinati dalle api. Le foglie macerate trovano impiego nella preparazione d’infusi efficaci per combattere infiammazioni esterne, ipertensione e insonnia. La difficile propagazione della specie per seme o talea, la sua scarsa frequenza e la bassa produttività, sommate ai danni causati dall’espandersi delle monocolture, fanno sì che la maracujá-de-cobra sia oggi sempre più rara e a rischio di estinzione. I frutti sono particolarmente apprezzati al naturale.

Torna all'archivio >
Esta planta, pertencente à família das Passifloráceas, é encontrada em diferentes tipos de vegetação, em áreas de transição entre Cerrado e Amazônia. É revestida por uma casca verde que chega a cor levemente amarelada, no período máximo de maturação, e que se entrelaça a outras plantas, detalhe que justifica o nome popular. A polpa tem sabor bastante ácido e pode variar entre as cores creme e amarelo-clara. Resistente, tem grande durabilidade após a colheita além de tolerar altas temperaturas durante a seca e período das queimadas.
Um dos habitats favoráveis para o desenvolvimento dessa espécie de maracujá são as áreas que passam por revegetação natural, chamadas popularmente de juquira. A planta que dá origem ao fruto floresce entre maio e agosto e o maracujá pode ser consumido entre novembro e março. O maracujazeiro serve de abrigo para primatas e morcegos. Ao caírem do pé, as frutas atraem especialmente roedores e insetos. A própria resistência a pragas garante emprego a um grande contingente de agricultores familiares que dispensam a utilização de agrotóxicos. O maracujá-de-cobra pode ser considerado um fruto com alto teor de vitaminas C e E, carotenóides e compostos fenólicos, substâncias antioxidantes que retardam o envelhecimento.
As belas flores do maracujá-de-cobra são externamente esverdeadas e pétalas arroxeadas, polinizada por abelhas. As folhas dessa espécie de maracujá são maceradas e se transformam em matéria-prima para infusões. O chá é utilizado popularmente no combate de inflamações externas, hipertensão e insônia. As dificuldades de propagação da espécie por meio de sementes ou estacas e a baixa ocorrência e produtividade aliada às constantes ameaças das práticas de monocultura fazem com que essa espécie corra risco de extinção e tenha presença cada vez mais rara.
Muito apreciados in natura.

Altre informazioni

Categorie

Frutta fresca, secca e derivati

Segnalato da:Marcelo Kuhlmann, Ligia Meneguello, Sara Campos