Lobeira

Arca del Gusto
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Lobeira

È uno dei suoi più grandi amanti, il lupo-guará, a dare il nome a questa del Cerrado; tipica di questo bioma, la lobeira è un albero a chioma tonda e rada la cui altezza varia dai 2 ai 5 metri. Classificata come specie pioniera, è poco esigente in termini di suolo; nelle zone con buona esposizione al sole si sviluppa rapidamente ed è congeniale per il rinverdimento delle aree degradate del Cerrado e dei terreni soggetti a disboscamento.
Dotata di tronco a corteccia rugosa, produce foglie spesse e pelose che macerate emanano un profumo simile a quello del pomodoro, con cui infatti la lobeira intrattiene una parentela botanica: i fiori sono di colore bianco o rosso, di piccole dimensioni e a forma stellata, con stami gialli ben pronunciati e ricchi di polline che attira le api, come in molte altre specie della famiglia delle Solanaceae (di cui fanno parte anche la patata, la melanzana, il gilo e il cubiu, tra gli altri). Il frutto è di grosso calibro e può raggiungere i 15 cm di diametro; a maturazione completa sviluppa una polpa di colore giallo, dal profumo intenso e ricca di piccoli semi marroni (circa un centinaio per frutto), simili anch’essi a quelli del pomodoro, della melanzana o del gilo.
Oltre al lupo-guará, sono ghiotti del frutto anche pipistrelli, volpi canute, bestiame e uccelli. Gli abitanti delle comunità tradizionali ricorrono ai frutti della lobeira per le loro proprietà medicinali: utili per contrastare il diabete, le infezioni delle vie urinarie e il colesterolo, sono utilizzati anche per il loro effetto calmante, antispastico, antiepilettico, antinfiammatorio, o ancora per combattere la steatosi epatica.
Gli esperti consigliano il consumo del frutto solo a maturazione completa; da acerbo infatti contiene tanino e solanina, sostanze nocive per la salute umana. Fortemente aromatico, il frutto della lobeira ha un buon sapore dolce. Può essere usato per la preparazione di dolci, composte e polvilho, a base di fecola di manioca.

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Um de seus maiores apreciadores, o lobo-guará, empresta seu nome a árvore com alta incidência no Cerrado. A lobeira é uma árvore típica e de ampla ocorrência no Cerrado, apresenta copa rala e arredondada. De estatura pequena, pode atingir entre 2m e 5m. É classificada como espécie pioneira, pois é pouco exigente em termos de solo e cresce rapidamente na presença de sol pleno, sendo muito valorizada para a recuperação de áreas de Cerrado desmatadas ou degradadas.
A casca do tronco é rugosa e sustenta folhas grossas e pilosas, que exalam cheiro similar ao tomate quando são maceradas. Aliás, com estes apresentam grande similaridade botânica: suas flores, brancas ou roxas, são pequenas, com formato de estrela e apresentam estames bem pronunciados e amarelos, ricos em pólen e frequentemente visitados por abelhas, bastante características da família das Solanáceas, a qual pertencem também as batatas, berinjelas, jiló, cubiu, entre outros. O fruto apresenta tamanho grande, podendo chegar a e 15 cm de diâmetro. Quando atinge o ponto de maturação, apresenta um forte odor e carrega uma polpa amarelada. Suas semente tem cor marrom e são bastante pequena se abundantes, se assemelhando também às sementes de tomates, jilós e berinjelas. Cada fruto carrega em média mais de 100 sementes.
Além do lobo-guará, morcegos, raposas-do-campo, gado e pássaros também se alimentam do fruto. Habitantes de comunidades tradicionais defendem a utilização dos frutos da lobeira para o tratamento da diabetes, infecções das vias urinárias, calmante, anti-espamódico, anti-epilético, antinflamatório, controle do colesterol, redução de gorduras no fígado e teratogênica.
Especialistas afirmam que o uso gastronômico é indicado apenas quando atinge o ponto de maturação. A aromática fruta é fonte de amido e tem sabor adocicado. O fruto verde apresenta tanino e solanina, substâncias prejudiciais para consumo humano.
Utilizada no preparo de doces, geleias e polvilho.

Territorio

NazioneBrasile
Regione

Distrito Federal

Goiás

Mato Grosso

Area di produzione:Cerrado

Altre informazioni

Categorie

Frutta fresca, secca e derivati

Segnalato da:Sara Almeida Campos, Henrique Salsano