Inajá

Arca del Gusto
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Inajaí, anajá

Diffusa in Brasile come nella maggior parte dei paesi della regione amazzonica, l’inajá cresce nelle foreste native, mentre la coltivazione di questa palma è estremamente rara.

È una palma oleaginosa, frequente e ampiamente diffusa nell’Amazzonia; anche se poco conosciuta e studiata, è dotata di un notevole potenziale sia per il consumo alimentare che per la produzione cosmetica e di energia rinnovabile (biodiesel). Presente in tutte le zone di foresta amazzonica brasiliana, si concentra nell’Amazzonia orientale, negli stati del Pará, dell’Amapá e nella porzione amazzonica del Maranhão. Questa palma monocaule può raggiungere i 20 metri di altezza e attecchisce facilmente su suoli degradati.

Resistenti a parassiti e malattie, ma anche a periodi di siccità prolungati, le palme inajá sono particolarmente fruttifere e mantengono una buona produttività anche quando crescono su suoli degradati, compattati e quindi a ridotta fertilità. Tapiri, are, passeri, tartarughe, scimmie, paca (Cuniculus paca), pecari e tucani sono i principali agenti per la dispersione dei semi.

Nell’Amazzonia orientale l’inajá fiorisce tra ottobre e novembre e i frutti si formano tra gennaio e marzo, mentre nell’Amazzonia occidentale la fioritura inizia a luglio e la fruttificazione avviene nel mese di novembre. In un anno una palma inajá produce cinque o sei grappoli, ognuno dei quali porta tra gli 800 e 1100 frutti, dotati di un seme legnoso e molto duro, con un tenore oleoso del 15% e forma conica, con lunghezza di 2 o 3 cm e diametro di circa 2 cm. La polpa delle drupe è di colore giallastro ed è commestibile, sia per l’uomo che per gli animali.

Per essere una palma autoctona è poco apprezzata, fondamentalmente perché poco conosciuta; per questo è importante dare impulso a strategie volte alla tutela e alla conservazione della inajá. Il crescente disboscamento dell’Amazzonia sta seriamente minacciando questa specie che rischia di sparire prima ancora che si sviluppino conoscenze adeguate, in particolare circa il potenziale dei suoi frutti: si tratterebbe di un’ulteriore, grave perdita per il prezioso patrimonio amazzonico.
L’ inajá è una fonte di approvvigionamento sostenibile per le comunità caboclo rivierasche e indigene, senza essere legata in modo specifico ad alcuna comunità in particolare. Il palmito della inajá è eccellente e i frutti regalano una polpa lievemente dolce che può essere consumata al naturale o dopo la cottura; quando si mangiano crudi, i frutti vengono generalmente serviti insieme alla farina. Grazie al tenore oleoso del 15% e all’elevato apporto calorico, i frutti sono ottimi per la preparazione di mingaus o porridge ricostituenti in caso di degenza o astenia.

La noce contenuta all’interno del frutto è anch’essa commestibile a crudo, ma viene utilizzata anche in ricette tradizionali o per la produzione di farina. Nonostante cresca in quasi tutti gli stati brasiliani e in altri paesi del Sud America, l’inajá è una specie poco diffusa che si sviluppa unicamente nelle zone fluviali, su suoli allagabili, principalmente nel Mato Grosso, nel Mato Grosso do Sul e nel bacino idrografico del fiume Paraguay.

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Encontrada no Brasil e demais países da região amazônica, na maior parte dos casos o inajá é encontrado em matas nativas, sendo muito baixos os números de cultivo dessa palmeira.

É uma palmeira oleaginosa muito frequente e abundante na Amazônia, porém pouco conhecida e estudada, contudo, apresenta potencial para uso na alimentação, produção de cosméticos e energia renovável (biodiesel). Ocorre em toda a Amazônia brasileira, sendo mais frequente na Amazônia Oriental, nos estados do Pará, Amapá e na porção amazônica do estado do Maranhão. Esta palmeira monocaule pode chegar a 20 metros de altura, colonizando facilmente áreas degradadas.
Os inajás produzem frutos em grande abundância, evidentemente, por ser uma palmeira tolerante a pragas e doenças, bem como, suportar estiagens prolongadas, solos compactados, degradados e com baixa fertilidade. Os principais dispersores das sementes de inajás são: antas, araras, cutias, jabutis, macacos, pacas, porco-do-mato e tucanos.

Na Amazônia Oriental a floração do inajá ocorre entre outubro e novembro, com frutificação entre janeiro e março. Já na Amazônia Ocidental, tem-se registro de floração no início de julho e frutificação em novembro. Cada palmeira inajá produz cerca de 5 a 6 cachos por ano, sendo que cada cacho pode ter de 800 a 1.000 frutos. Cada fruto contém apenas uma semente lenhosa, muito dura, e possui de 2 a 3 cm de comprimento por 2 cm de diâmetro, com forma cônica, possuindo cerca de 15% de óleo. A polpa tem coloração amarelada e pode ser consumida tanto por humanos, quanto por animais.

Por ser uma espécie de palmeira nativa e ser pouco apreciada, muito em função das poucas informações sobre esta planta, faz-se necessário implementar estratégias para a conservação do inajá. O desmatamento crescente na Amazônia ameaça esta espécie, pois se não tivermos informações suficientes sobre o inajá, em especial sobre formas de manejo e consumo de seus frutos, corremos o risco de perdermos mais uma preciosidade amazônica.

A Inajá é manejada por agricultores familiares de comunidades caboclo ribeirinhas e também indígenas, porém sem uma ligação específica com alguma delas, fornece um ótimo palmito. O fruto oferece uma polpa amarela levemente adocicada, que pode ser consumida fresca ou após cozimento. Quando crus, os frutos são geralmente consumidos com farinha. Os frutos maduros possuem 15% de óleo. Com estes também pode ser preparado um mingau, consumido por pessoas em estado de fraqueza, sendo revigorante, em função de seu alto teor calórico.

Quando quebradas, as sementes oferecem amêndoas que podem ser consumidas ao natural ou utilizadas em receitas tradicionais, como farinhas.

Territorio

NazioneBrasile
Regione

Amazonas

Maranhão

Pará

Altre informazioni

Categorie

Frutta fresca, secca e derivati

Segnalato da:Norberto Moraes de Azevedo Neto